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A sucursal portuguesa do Grupo francês Prévoir fez 25 anos. Para a presidente Patricia Lacoste é “uma sucursal sã, produz resultados e satisfação de clientes”. Saúde e Acidentes são novos ramos. Fonte: ECO Seguros

Para Patricia Lacoste, presidente do Grupo Prévoir “não se mexe numa equipa ganhadora”, referindo-se – na sexta-feira – à sucursal portuguesa da seguradora francesa, liderada por Luis Ferraz, mandatário geral. A Prévoir Portugal foi, há 25 anos, a primeira internacionalização deste grupo familiar com 111 anos de vida que em 2020 obteve 511 milhões de euros de volume de negócios. Lacoste lembrou que foi um “pequeno grupo de empreendedores que nos permitiu chegar até aqui”, reforçando “a estabilidade excecional” da equipa de gestão da sucursal portuguesa, para aquela que é a mais rentável operação internacional da seguradora. Para a presidente, Portugal tem “uma sucursal sã, produz resultados e satisfação de clientes”.

Para celebrar os 25 anos em Portugal, a Prévoir reuniu cerca de 120 pessoas na última sexta-feira no Porto, onde fica a sua sede, a que se juntaram por vídeo conferência mais de 400 agentes e parceiros de todo o país. Uma representação dos seus 950 agentes e de funcionários dos 16 escritórios que tem no país.

“Estamos a passar por uma transformação, com a expansão da atividade a outros ramos” afirmou Luiz Ferraz, Mandatário Geral da Prévoir em Portugal, referindo que os seguros de Vida risco e os seguros mistos ainda representam cerca de 70% do volume dos prémios emitidos”. No entanto, realçou a recente parceria com a Victoria, cujo CEO Francisco Campilho também estava presente, que “abriu a porta para o ramo saúde”. Neste momento para além do tradicional ramo Vida e do Saúde com a Victoria, a Prévoir tem autorização da ASF para explorar os ramos Acidentes Pessoais e Acidentes de Trabalho “se assim o quiser”.

José Galamba de Oliveira: “Envelhecimento da população, gap de proteção agravado pelas alterações climáticas e pensões do futuro são oportunidades para o setor segurador”.

“Estamos numa época cheia de oportunidades para o setor” destacou José Galamba de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, da qual a Prévoir faz parte, na sua intervenção durante o encontro. Para o presidente da APS, o envelhecimento da população, o gap de proteção agravado pelas alterações climáticas e a poupança e suas consequências nas pensões do futuro, são ocasião para protagonismo do setor segurador na resposta a esses desafios.

A sucursal portuguesa do Grupo Prévoir foi criada em 1996 pela vontade do então presidente Bertrand Voyer, descendente André Angot, que em 1910 fundou uma seguradora para proteger “viúvas de mineiros”. A vocação familiar mantém-se e cerca de 350 membros da família têm 70% do capital do grupo, 27% é detido por funcionários e reformados da companhia e apenas 3% é controlado por investidores financeiros.

Luis Ferraz esteve na fundação da sucursal com Paulo Silva, hoje diretor de Desenvolvimento Comercial, que indica que a rede comercial constituída por agentes não exclusivos foi e é “um dos maiores ativos da Companhia e um fator crítico do seu sucesso”. Depois de Portugal, o Grupo Prévoir fez outra sucursal na Polónia no ano 2000 e adquiriu 45,8% da MapLife no Vietname em 2005. Agora está a caminho do Brasil.

A crescer 16% nos primeiros sete meses deste ano em relação ao ano passado, em que emitiu prémios no valor de 17,5 milhões de euros, a Prévoir aposta na digitalização da empresa e na criação de ferramentas adequadas ao desenvolvimento comercial. Para a companhia o futuro está escrito no plano estratégico definido para os próximos cinco anos. As linhas orientadoras do plano passam, também, por potenciar a exploração de seguros não vida, nomeadamente os seguros de acidentes pessoais e aumentar a oferta dos seguros de saúde. “O objetivo passa por cumprir a promessa de sermos uma seguradora de pessoas em todas as suas perspetivas. Queremos ter, cada vez mais, produtos complementares na área da previdência pessoal dos nossos clientes”, conclui Luiz Ferraz.

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